Olá novamente, pessoal! Já faz um tempo que não escrevo nada aqui no Blog, não sentia mais vontade de escrever, mesmo com tanto para dizer, mas aqui, novamente estou, para apresentar, CARTAS PARA UM AMOR IMPOSSÍVEL! Uma nova séries de poemas, dedicados aos amores impossíveis, à dor, às dúvidas, o talvez, os questionamentos e os sentimentos que vem junto desses amores impossíveis! E o primeiro poema da série se chama:
Quando a noite vem,
é quando penso em você.
Quando a noite vem,
é quando sinto que te preciso.
Quando a noite vem,
é quando te sinto,
Quando a noite vem,
é quando inexisto.
Você vem em meus sonhos
quase todas as noites
E lá, você vem me visitar.
É o único momento que posso estar perto de você.
É o único momento em que posso te ter.
As vezes, gostaria que estes sonhos não mais existissem,
para que eu pudesse ter um pouco de paz
um pouco de vida
um pouco de alegria.
Mas quanto mais te odeio, mais te quero aqui,
mais te desejo, mais te tenho em mim
E você não some, não sai e não foge dos meus pensamentos,
parece uma angústia sem fim,
parece um tormento, você em mim.
E assim, se vai as noites,
e assim, se vai os dias,
Segundo a segundo,
minuto a minuto,
horas e horas,
perdida em emaranhados de sentimentos aqui.
QUANDO A NOITE VEM!
Quando a noite vem,
é quando penso em você.
Quando a noite vem,
é quando sinto que te preciso.
Quando a noite vem,
é quando te sinto,
Quando a noite vem,
é quando inexisto.
Você vem em meus sonhos
quase todas as noites
E lá, você vem me visitar.
É o único momento que posso estar perto de você.
É o único momento em que posso te ter.
As vezes, gostaria que estes sonhos não mais existissem,
para que eu pudesse ter um pouco de paz
um pouco de vida
um pouco de alegria.
Mas quanto mais te odeio, mais te quero aqui,
mais te desejo, mais te tenho em mim
E você não some, não sai e não foge dos meus pensamentos,
parece uma angústia sem fim,
parece um tormento, você em mim.
E assim, se vai as noites,
e assim, se vai os dias,
Segundo a segundo,
minuto a minuto,
horas e horas,
perdida em emaranhados de sentimentos aqui.

Nenhum comentário:
Postar um comentário